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Ocupação no entorno do Marcílio Dias

Fuzileiros navais fazem ação ostensiva no perímetro de até 1.320 metros do hospital

Por Meia Hora

Publicado às 13/12/2024 00:00:00 Atualizado às 13/12/2024 00:00:00
Militares iniciam operação no Hospital Marcílio Dias, no Lins de Vasconcelos, na Zona Norte do Rio. Fuzileiros poderão dar voz de prisão se houver flagrante de crimes

A Marinha do Brasil iniciou, na manhã de ontem, uma operação de segurança sem data para acabar no entorno do Hospital Naval Marcílio Dias (HNMD), no Lins de Vasconcelos. O objetivo é garantir a segurança da tripulação e de usuários da unidade. Os fuzileiros realizarão a ação ostensiva, 24 horas por dia, com oito veículos blindados no perímetro de até 1.320 metros da organização militar.

Na terça-feira, a Capitão de Mar e Guerra Médica Gisele Mendes Souza e Mello, de 55 anos, foi atingida com um tiro na cabeça pela manhã, quando estava na Escola de Saúde da Marinha. Ela chegou a ser levada para a sala de cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos. No momento do disparo, acontecia uma operação policial no Complexo do Lins.

Sepultamento da médica

A médica Gisele Mendes de Souza e Mello foi cremada na tarde de ontem, no Cemitério do Caju, na região portuária. A pedido da família, a cerimônia de despedida da Capitão de Mar e Guerra aconteceu de forma reservada, apenas com a presença de pessoas próximas. Durante o funeral, foram prestadas as devidas honras fúnebres conduzidas pela Marinha.

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