Para curtir o Carnaval sem fomentar o ódio, o projeto Badauerj, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, que cobre eventos do Carnaval, também observa o assunto. Para eles, a celebração é um espaço para todos e longe de preconceitos.
"Acho que o combate aos preconceitos deve partir dos próprios blocos ou bailes. Se não forem tocadas músicas e marchinhas preconceituosas, não serão cantadas. Não conheço nenhuma festa onde a aceitação à diversidade seja tão espontânea quanto no Carnaval. A intolerância e os preconceitos estão entranhados na sociedade brasileira. O Carnaval é um oásis nesse cenário", explicou Rafael Casé, um dos coordenadores do Badauerj.
Ou seja, se você quer ter um Carnaval longe de preconceitos fique longe de lugares que propaguem a intolerância. Denuncie quem faz tal prática e ajude na fiscalização.