Na tarde da última quarta-feira, familiares e amigos dos jovens realizaram um protesto em frente ao Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. O grupo, de aproximadamente 40 pessoas, levou cartazes, camisas com homenagens e o uniforme que a vítima usa no trabalho como garçom.
O PM reformado e a mulher alteraram a versão dos fatos na tarde de terça-feira, em depoimento na 22ª DP (Penha). Inicialmente, o agente afirmou ter visto o influenciador armado na garupa da moto do motociclista Thiago Marques, o que o levou a atirar. Agora, ele afirma que Igor teria colocado a mão próximo à cintura e feito um movimento que sugeria estar armado.
Carlos Alberto acrescentou ainda que ordenou a parada dos dois homens, mas eles não obedeceram. Josilene também modificou trechos de seu depoimento e incluiu novas informações. Agora, ela recua da alegação de ter visto uma arma com os acusados e afirma apenas ter notado um volume na cintura de Igor, que seria uma arma.
No primeiro depoimento, Josilene afirmou ter visto um homem de blusa amarela armado, que teria apontado a pistola para o seu rosto, roubado seu celular e fugido em seguida.