Terceira maior vencedora do Carnaval do Rio, a Beija-Flor foi o maior destaque do segundo dia de desfiles do Grupo Especial. Com enredo sobre Laíla e na despedida de Neguinho, a escola de Nilópolis arrebatou a Sapucaí e entrou na briga pelo título de 2025. O Salgueiro também teve uma apresentação de alto nível e pode sonhar com a conquista. Tijuca e Vila Isabel, outras agremiações que se apresentaram, tiveram problemas e ficaram abaixo.
Na despedida do intérprete Neguinho da Beija-Flor, a Azul e Branco de Nilópolis deu um show e é forte candidata ao título. Em busca da sua 15ª estrela, a agremiação da Baixada Fluminense teve uma exibição de gala para encher de orgulho Laíla, histórico carnavalesco e dirigente, morto em 2021, e que foi o enredo da Deusa da Passarela em 2025.
Primeira escola a se apresentar no segundo dia de desfiles do Grupo Especial, a Unidos da Tijuca trouxe para a Sapucaí um enredo de temática de matriz africana, que contou com um samba-enredo assinado por Anitta. A apresentação, no geral, foi morna. A bateria comandada pelo mestre Casagrande foi o ponto alto da escola do Borel. A comunidade da agremiação também honrou a sua fama e mostrou o canto forte de sempre. No entanto, a Tijuca escorregou no conjunto alegórico e também na evolução.
Terceira escola a passar pela Sapucaí no segundo dia de desfiles, o Salgueiro trouxe para o Sambódromo um enredo sobre a religiosidade brasileira. Em busca do décimo título do Carnaval, a Vermelho e Branco fez um cortejo grandioso, imponente e criativo. Uma das alegorias da agremiação desfilou com um defeito e a harmonia de algumas alas oscilou bastante. Essas falhas podem render penalizações importantes na luta pelas primeira colocações.
Última escola a se apresentar, a Vila Isabel trouxe para a Sapucaí um enredo bem ao estilo do carnavalesco Paulo Barros: assombração. A escola da Zona Norte teve um apresentação animada, mas alguns deslizes podem custar pontos importantes na apuração, hoje, às 15h, na Cidade do Samba.