Agora preso, o militar deve ser transferido para a custódia do Exército, que fica responsável pela sua detenção. Em nota, a corporação informou que vai instaurar um procedimento administrativo investigatório com o intuito de apurar as circunstâncias do acidente e a conduta do atropelador.
Carla ingressou na corporação em 2012. Ela deixa dois filhos. Em publicações nas redes sociais, colegas de farda lamentaram a perda da policial. "Vai em paz, guerreira, e que Deus conforte toda sua família"; "Não foi acidente, foi crime. Para ter destruído a viatura e causado a morte de outra pessoa, em que velocidade esse carro estava?", questionou um outro policial.
Até o fim da noite de ontem, não foram divulgadas informações sobre o local e horário do sepultamento da militar, que deve ocorrer ainda hoje.